Observatório da nossa Polis à luz das memórias contínuas do pensamento filosófico português. Inspirado nos «Modernos Publicistas», segue o mesmo espírito crítico e de indignação:«De feito. Ardeu-me de todo o topete». Porque nunca calaremos no descampado onde reina a verdade que nos traz glória, repetiremos sempre a vontade de mestre Herculano: "é que não costumo calar nem attenuar as proprias opiniões onde e quando, por dever moral ou juridico, tenho de manifestá-las" ...!
terça-feira, outubro 07, 2008
Homens sem idade, sem tempo, neste ... "tempo que passa"!
segunda-feira, agosto 18, 2008
Para além da "escuridão"!
quarta-feira, julho 30, 2008
Hoje deu-me para mandar ...
Exª Srª Dr.ª Maria de Lurdes Rodrigues,
Muito haveria a dizer, da minha parte, a favor e não assim, em relação às suas medidas educativas em geral. Para que, logo à partida desta minha comunicação, se auto-convencesse da sua imparcialidade, isenção e de qualquer despretrensiosismo. Prefiro falar só de mim.
Professor. Da área disciplinar das ciências sociais (7º grupo), agora agregado no 430.
Exigente comigo mesmo, e assim com aqueles a quem pretendo dar alguma coisa, por vocação, primeiro, e por dever de contrapartida pelo que a sociedade me paga para tal, depois.
Já leccionei todas as disciplinas atribuídas a este grupo, de que V. Exª tenha memória. Por minha discricionaridade, nunca "chumbei" um aluno. Poucas vezes foram aquelas em que não consegui fazer o suficiente para evitar que alunos não tivessem o aproveitamento mínimo.
Já fui, durante longos anos, corrector de exames nacionais, de todas as disciplinas que, no meu grupo, a eles eram sujeitas. Nunca fui alvo de qualquer reparo. Das reapreciações que me solicitaram, diz-se o mesmo.
De formação académica teoricamente multifacetada (curso de ciências sociais e políticas do ISCSP - UTL: "Gestão e Administração Pública", na especialização de Administração Urbana e Municipal), frequentei o Curso Conducente ao Grau de Mestre em Ciência Política, pela mesma Escola, e actualmente tenho projecto de investigação para doutoramento em Ciência Política aprovado, oficialmente, na mesma Escola ("Cultura Democrática e Educação para a Cidadania em Portugal do Século XX - Contributos para a Reformulação Epistemológica da Democracia e da Deontologia da sua Prática Pedagógica"), e de cuja declaração autenticada já remeti fotocópia ao Conselho Executivo da Escola onde lecciono.
Por outro lado, há quem, nos meandros do poder interno desse estabelecimento, não goste de mim! Acho que com razão, respeitando o dever que reconheço nesses mesmos actores de zelarem por princípios de boa educação democrática, e de práticas pedagógicas com eles consentâneas.
Com um senão: como as suas próprias acções de boa educação democrática e de práticas pedagógicas a ela conducentes ficam, nesse âmbito, a competir com as minhas, por defeito, há muito tempo que, não sendo eu um dos que se perdem nos meandros daqueles "passos perdidos", por convicção e verticalidade de carácter, sou completamente ostracizado por esta autêntica "casta" docente (tantas e tantas há para contar ...!!!). Por isso lhes reconheço razão!
Há dois anos, quando pela primeira vez apareceu a Disciplina de C. Política no 12º ano do Ensino Secundário, fui no meu Grupo incumbido de a leccionar, preparando a dita ab initio, com as dificuldades mas, também, com as motivações inerentes a algo que, na minha actividade profissional, me era tão chegado. E os tais sabem-no.
Assim, neste ano lectivo que se aproxima, a C. Política volta a ter alunos nesta Escola. Mas, não vá tão 'profano e herético' professor (que, supostamente, devo ser eu) perverter os alunos em tão importante disciplina para a formação política de autênticos cidadãos que queremos formar, atribui-se, dentro do silêncio que o tempo que vai passando não desvela, a tal Disciplina ao grupo de História (sim, que a Nova Ciência Política deve ser uma matéria centrada na análise histórica das ideias políticas ou na história dos factos políticos ... (?)!, com todo o respeito e reconhecimento que os respectivos representantes merecem ).
O Supremo Juízo do Publicista manda que se investigue!
Queira V. Exª, Srª Ministra, dar um bom exemplo de governança democrátrica, seguindo este juízo ancião, mandando investigar isto e tudo o resto, mas todo quanto humana, juridica e tecnicamente possível, que este meu País, de que estamos todos à espera (à excepção dos tais que já vivem no Éden da vida e da Academia), bem precisa. Desde há muito (1970/71) que este que se lhe dirige lutou para isso. Ao lado de actuais conhecidos seus (e colegas do ISCTE).
PS: Assumo, juridicamente, todas as consequências disciplinares deste meu público acto.
O Professor,
José Rodrigo Coelho
sábado, julho 26, 2008
Deus deu-me esta missão, Nesta ventura, Majestade
terça-feira, junho 24, 2008
Ouvir Portugal

sexta-feira, junho 20, 2008
Portugal! País "emergente" ..., mesmo depois de mais uma 'humilhação'?!!!

Ainda à espera das verdadeiras calendas deste ano
volto a agradecer toda a disponibilidade académica e pessoal a meu mui citado mestre e amigo JA Maltez ...! E vou lendo, como aqui referencio (passo a publicidade comercial), mais um desses livrinhos (que até nos hipermercados se vendem), agora traduzido em português de Portugal. "Time it was, and what a time it was, it was
A time of innocence, a time of confidences
Long ago, it must be, I have a photograph
Preserve your memories, they're all that's left you"
Um abraço a eles, por tudo!
sábado, abril 26, 2008
25 de Abril, Sempre ... por realizar!


Trinta e quatro anos depois do 25 de Abril, o deputado socialista Osvaldo de Castro vai lembrar, no Parlamento, o que era o Portugal dos tempos da ditadura e a evolução depois da revolução dos cravos.
" (...)
Na verdade, porém, o sentimento de que predominavam os interesses de todos e não em especial de alguma área ideológica, e a sensação de mudança efectiva é o que prevaleceu ao fim destas três décadas de democracia. Assim, quando o passado vem à memória já não tem relevância para o presente: é uma mera questão histórica ou um motivo de discussão que já não interessa praticamente a ninguém, se assume um mero carácter pontual ou "folclórico"."
Então, tem ou não pertinência o poema que editei, há já três anos, num jornal local?
31 de Abril! Quem?
Deixa-te abrir, de novo
Abril, de ti possam trazer
Tudo o que de ti não sabem,
Mas mereces: o teu povo
Deixa-t’ abrir, sem queixume
E sem remorso, nem temor,
Sem esses lamentos de dor
Que dão em coisa nenhuma
Deixa-te abrir, agora,
Tirar de ti a semente,
Que dará fruto na gente
À espera, a vida fora!
Deixa-t’ abrir, finalmente
Voltar a pensar, que em ti
É tão bom poder sorrir,
E abraçar o que se sente
Deixa-te abrir, é hora
P’ra de novo dizer que não
Aos vis rapinas da razão
Desse ser que em nós mora
Só então, Abril, verás! Quem
Em ti, sempre viveu e amou
Te quis, te bebeu e chamou
Para chegar ao mais além!
Quem!
Abril, de novo?!
J. R. Coelho
(em versão métrica)
domingo, abril 20, 2008
Do devir da democracia virtual
sábado, abril 19, 2008
Um contributo oportuno para o Tibete
ISBN: 978-972-23-3937-7
Nº de Páginas: 248
Data da 1ª Edição:17-4-2008
Não sendo neófito na matéria, não sou um seu especialista. Mas sou, seguramente, um devoto e humilde contemplador desta filosofia (Zen). Cheguei´mesmo, em tenra juventude, a alinhar numas dietas macrobióticas ...! Alimentei-me, muito mais, da parte espiritual e estética destes ensinamentos, muito úteis a quem tem abertura de mente, suficiente para, muito portuguesmente, se conciliar com o cosmos.
Zen é a forma de Budismo mais conhecida e praticada no Japão. Mais do que uma religião ou seita, o Zen é uma filosofia vivencial que ainda hoje influência muito o povo japonês.
A filosofia do Zen consiste na procura da iluminação através do auto conhecimento; uma busca que ultrapassa os obstáculos mentais criados por nós mesmos a fim de encontrar a verdade em seu estado puro. Trata-se de uma percepção extra-sensorial das coisas, um ensinamento especial que não envolve palavras; apenas chama a atenção para a verdadeira essência do homem. O Zen é também a prática do o auto-controle, da disciplina e da simplicidade no viver.As raízes do Zen estão na China, onde foi trazido da Índia por Bodhidharma no século VI. É uma variação do Budismo tradicional tibetano. A diferença básica entre os dois, é que a filosofia do Zen tenta reduzir ao mínimo as doutrinas e o estudo das escrituras sagradas. Para os praticantes do Zen, a palavra escrita é dispensável no caminho da iluminação."
quinta-feira, abril 17, 2008
Estado-Sociedade-Educação
segunda-feira, abril 14, 2008
Do Jazz fusão sobre o Garb Al-Andalus
Do álbum que adquiri, de Renaud Garcia-Fons - "Navigatore" - vê-se a miscegenação instrumental, do clássico ao tradicional folk e ao moderno, onde ressaltam faixas idênticas a esta:

domingo, abril 13, 2008
Uma boa lição sobre 'Políticas Públicas'
"O nojo
Pedro Santos Guerreiro
psg@mediafin.pt
Não é pelo que fez no passado que Coelho é o preferido pela família que controla a empresa, mas pelo que pode fazer no futuro. Politicamente, é claro.
Se sete anos não é tempo suficiente para período de nojo, então mais vale decidir que ser governante é um caminho sem saída: nunca mais se pode ser nada na vida excepto continuar político ou ser académico. Nesse caso é necessário pagar essa exclusividade: Abel Mateus sai da Autoridade da Concorrência com uma inibição profissional, e bem, de dois anos; por isso recebe, e bem, um subsídio de dois terços da sua anterior remuneração.
Mesmo validar uma contratação desde que seja para empresas que nada tenham a ver com o sector que o ex-ministro tutelou é uma contradição: se o novo gestor nada percebe do sector, a única razão da sua contratação é política.
É evidente que António Mota quer recrutar Jorge Coelho pelos seus contactos políticos. Pela sua influência no PS, que governa. Porque a Mota-Engil está prestes a renegociar com Mário Lino os contratos de concessão de estradas. Porque estão anunciadas oito novas auto-estradas. Mas qual é o mal de querer contratar alguém pela sua rede de contactos?
O mal existe mas é outro: é termos uma economia assente em favorecimentos e dependências recíprocas entre Governos e algumas empresas. São os intervencionismos compulsivos dos ministros, o que cria economias paralelas de privilégios e monopólios. Os métodos são opacos e as justificações populistas. Como dizia António Borges em entrevista há oito dias, a economia está fechada como uma espécie de oligarquia de mercado. Como hoje escreve José Manuel Moreira, num texto obrigatório a páginas 9, “quanto mais se abusa dos meios coercivos do Estado para intervir na economia, mais o sucesso depende da acumulação de capital político”.
Em capital político, António Mota não corre qualquer risco de estar a comprar gato por Coelho. Os accionistas da empresa foram os primeiros a reconhecê-lo, quando valorizaram as acções imediatamente depois da notícia. Mas Mota e Coelho são mais vítimas das circunstâncias em que eles próprios prosperaram do que agentes de uma promiscuidade subitamente desflorada. Na verdade, sempre foi assim. Esse é que é o problema.
Há poucos assuntos tão dados ao populismo como o da migração de políticos para as empresas. E é também por causa do moralismo fácil (a par do aparelhismo cacique e desqualificado) que muita gente de qualidade não está disponível para a política. Mas mal está o País quando o seu Governo só interessa ou a missionários ou a gangsters.
O mundo das empresas está cheio de animais anfíbios, como Luís Filipe Pereira, António Vitorino, Armando Vara, Fernando Gomes ou Ferreira do Amaral e gente que, ao contrário de Coelho, nem nojo teve quando saiu de funções governativas. Entretanto, a Mota-Engil garantiu uma suspeição colectiva e demagógica, que aliás se vai virar contra si, pois todos os concursos que Jorge Coelho ganhar serão sempre linchados na opinião pública.
Se a acção política e os contratos públicos fossem transparentes e escrutináveis, metade desta suspeição sobre a classe política esfumava-se. E metade dos ex-ministros perdia o emprego."
Vote no painel do artigo do J Negócios
sexta-feira, abril 11, 2008
Liberdades, poderes, Natureza, deuses e etc.
Aqui deixo uma tirada cinematográfica de grande beleza estética, nas mais variadas das suas facetas apreensíveis. Agora que a causa tem uma visibilidade mediatizada, remeto esta evocação para as eloquentes contemplações metacríticas de meu mui citado mestre JA Maltez, nos dois postais de ontem.
Pela liberdade natural
Pela ordem social
Pela memória histórica
Pelo poder espiritual
Pela autoridade temporal
Pela civilização do amor!

domingo, abril 06, 2008
E se houvesse PIE's (projectos de interesse educativo)?
Pedro Santos Guerreiro
psg@mediafin.pt
Ou melhor: nenhum. Três anos depois do arranque dos fabulosos Projectos de Interesse Nacional, não há que esteja a laborar. Os únicos salários que estão a ser pagos por estes “projectos de elite” são os dos construtores que os erguem e dos consultores que tratam da papelada. Os PIN são um fracasso? Não. O fracasso está no País que tomba à força da inércia.
quinta-feira, abril 03, 2008
Em Nome do Pai
Por isso vou aqui mostrar, a partir de agora, em que irá consistir a campanha que, à semelhança do que também mostra no filme, talvez seja o único caminho para um desamparado social como eu conseguir fazer chegar a voz e a imagem da verdade às devidas instâncias da JUSTIÇA ! Chega de humilhação e instrumentalização! Teremos que VER o que se passa nas escolas de Portugal! Para bem de todos! Para mim, basta! (continua)
PS: E, já que estamos em ambiente cinéfilo, que tal revermos a mensagem de mais este filme (ficcionado) revelador dos meandros ocultos dos poderes instalados? Acho que vale a pena, sobretudo para quem nunca o viu! Também pela analogia que, a partir deste filme, podemos tecer relativamente aos meandros alienígenas de quem nos engana, oprime e controla! Vá, vá lá que vale a pena. Vá ...!
segunda-feira, março 31, 2008
Temos precedente Carolina Micaelis?

quinta-feira, março 27, 2008
A César o que é de César, ao Povo o que é do Povo!
sábado, março 22, 2008
"A Vida de Jesus Cristo" (Sem preconceitos, ao jeito cientológico)
Nº de Páginas: 220
Data da 1ª Edição: 4-3-2008
Editorial Presença
2º- "A VIDA DE JESUS CRISTO
Augias, Corrado
Pesce, Mauro
Nos últimos cinquenta anos, novas descobertas arqueológicas e estudos filológicos têm permitido somar dados à tentativa de responder a uma das perguntas fundamentais da história da humanidade: quem foi, na verdade, em toda a sua dimensão concreta, o homem cuja existência viria a mudar o mundo de forma irreversível?
E foi precisamente para fazer uma síntese clara das últimas investigações sobre a vida e a mensagem de Jesus que Corrado Augias, jornalista e escritor, entrevistou Mauro Pesce, um dos mais notáveis biblistas italianos. Socorrendo-se tanto dos textos canónicos como dos apócrifos, ambos se debruçam, despojados de dieias preconcebidas, sobre questões acerca das quais muito se tem especulado e debatido nas últimas décadas.
O resultado é este livro que traz à luz alguns dos aspectos menos conhecidos, e decerto surpreendentes, da vida do homem real para além do mito e das efabulações. Um documento de indiscutível interesse, que vendeu 650 000 exemplares em Itália e será também publicado em Espanha, França e Brasil.
Corrado Augias, jornalista e escritor, é autor de diversos livros de sucesso e programas de televisão. Foi também deputado do Parlamento Europeu.
Mauro Pesce, é docente de História do Cristianismo na Universidade de Bolonha e eminente biblista, sendo autor de vários textos sobre o Novo Testamento."
3º- Questões fulcrais e axiologia
- É possível conhecer, concretamente, a vida e a mensagem do home que mudou o Mundo?
- As investigações despreconceituosas, baseadas em textos canónicos e apócrifos, não trarão a este trabalho características científicas ?
- O resultado do trabalho elaborado a partir dos dados desta pesquisa concede-nos horizontes de conhecimento sobre o assunto que estão para além dos mitos e das efabulações: "a pesquisa histórica não compromete a fé", nem deixa de pôr em causa "certas afirmações toscamente antieclesiásticas".
- Jesus era apenas um entre centenas de outros pregadores itinerantes?
- Foi Jesus ou Paulo de Tarso o fundador do cristianismo?
- Por que razão não ficaram vestígios daquela multidão de "profetas"?
- Onde, quando e de quem nasceu, realmente, Jesus?
- O que há a dizer sobre as semelhanças e a concorrência religiosa do mitraismo?
- Que razões encontramos para o êxito de lendas, mitos, livros e filmes sobre Jesus? A curiosidade, a ânsia generalizada de saber a verdade sobre Jesus.
- "É possível que as coisas se tenham realmente passado como refere a Vulgata das Igrejas cristãs?"
- Há ou não razões para julgar quem suprimiu dados históricos "porque era demasiado difícil fazê-los coincidir com o quadro que a doutrina construiu"?
- curiosidade e ciência, duas dimensões da procura da verdade que os dois autores em apreço souberam cruzar para, declaradamente e em boa-fé, colaborarem na feitura deste livro.
4º- Índice de Conteúdios
Preâmbulo: Muitas perguntas,algumas respostas de Corrado Augias
I. Primeira abordagem a Jesus
II. Jesus judeu
III. Os muitos aspectos de Jesus
IV. Jeusu político
V. É mais fácil um camelo
VI. Fariseus e outras polémicas
VII. O mistério do nascimento
VIII. Virgem mãe
IX. Jesus e os seus irmãos
X. Aqueles homens, aquelas mulheres
XI. Jesus taumaturgo
XII. As causas da detenção
XIII. O processo
XIV. A morte
XV. A ressurreição
XVI. Tolerância/ intolerância
XVII. Nascimento de uma religião
XVIII. O legado de Jesus
XIX. Novos evangelhos, antigas lendas
À procura da figura "histórica" de Jesus, de Mauro Pesce
Elementos de uma lesquisa, de Corrado Auguias
Bibliografia
Agradecimentos
Abreviaturas
Índice das citações bíblicas
Índice onomástico
quarta-feira, março 19, 2008
Meandros políticos da função pública



